Fada foi ficando cheia, tão cheia, que sem querer saiu flutuando.
Lançado pela primeira vez em 2007, com uma leitura musical numa praça pública, este livro que deu origem ao nome da editora já acompanhou uma geração de crianças. 
“Eu adoro fadas. Adoro que adoro. E, no Brasil, pouca gente brincou com tanto talento com esse ser mágico quanto Sylvia Orthof, que criou a Uxa, sua personagem mais famosa. Da sua cuca mirabolante também saíram a Fada Fofa e A Fada lá de Pasárgada. Não foi diferente com a fada inflada de Luiza e Tatiana. Recortado em frases curtas, o texto passeia pelo espaço do papel e brinca de pula-pula na fantasia da gente. (...) Entrei no jogo. Gostei da brincadeira. Meus olhos não cansam de pousar nas ilustrações”.  — Tino Freitas